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Colégio do Salvador é destaque na Olimpíada Sergipana de Química

25 alunos premiados, sendo três medalhas de ouro, seis de prata, oito de bronze oito menções honrosas. Foi este o saldo positivo do Colégio do Salvador na Olimpíada Sergipana de Química, divulgado na última semana. Inclusive, a instituição obteve ainda a primeira colocada geral na modalidade B, comprovando a sua tradição no ensino da disciplina.

P
ara o professor Roberto Gois, o resultado não veio como uma surpresa, mas sim como o reflexo da preparação iniciada nos anos anteriores e ressalta a importância dos alunos participarem da competição como uma oportunidade de medir conhecimento. “Esse resultado já  estamos conquistando de edições passadas, não é somente algo que aconteceu este ano. Sempre digo para eles que é muito bom participar das olimpíadas porque você tem uma prova externa, uma prova em que eles podem medir o nível de conhecimento deles com outros alunos, nesse caso é uma olimpíada a nível estadual, então  todo o estado, rede particular e pública participa, e para eles é um feedback importante”, explica.

Agnaldo Feitosa Neto, aluno do 1º ano, diz que embora só tenha começado a ter contato com a disciplina do ano anterior, desde então se interessa pela disciplina e encontrou no professor Roberto o incentivo para obter o resultado alcançado. “Meu primeiro contato com a química foi no 9º ano, me interessei e comecei a estudar normalmente. Teve a minha parte no resultado, mas o professor teve um grande papel em me incentivar, incentivar todo mundo na verdade a participar e estudar mesmo e obter o bom resultado que a gente teve”, comenta.

Também aluno do 1º ano, Leonardo Amaral conta que se organizou para estudar com amigos e que apesar de ter se dedicado, não esperava obter medalha de ouro. “O resultado foi melhor do que eu imaginava. Esperava ganhar prata, acabei ganhando ouro e foi muito bom”.

Renata Meneses, aluna do 2º ano, diz que também não esperava receber a medalha de ouro apesar de seus esforços na rotina de estudos. “Muita gente da minha sala participou e acabou passando para a segunda fase. Eu esperava ganhar algo, mas não uma medalha de ouro, sinceramente eu me esforcei, mas não esperava um resultado tão bom”, celebra.

Já para Ana Caroline Costa, aluna do 3º ano, a preparação para a olimpíada foi a mesma que emprega para o preparatório para ingressar no curso de Medicina. “Eu estou terminando o Ensino Médio, então de certa forma eu fiz um trabalho simultâneo dos assuntos que eu tinha que estudar. “Nos últimos três anos estou tendo aulas com Roberto. Então considero ter uma bagagem muito boa”, finaliza.

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